Um mês após evento, empresário fala sobre o futuro da FIN Brasil

Jatyr Ranzolin explica cenário de aproximação empresarial entre Brasil e Portugal

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Um mês após evento, empresário fala sobre o futuro da FIN Brasil
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O CEO da FIN Brasil 2024, Jatyr Ranzolin, considera que este evento se tornou hoje numa “marca global” e que se estabeleceu como uma “plataforma que vai além dos negócios por promover a troca de culturas entre mais de 40 países reunidos numa feira única”.

Em entrevista exclusiva no Brasil, durante o evento em Florianópolis, no início de abril, este responsável partilhou com a nossa reportagem as suas reflexões sobre o certame e o futuro promissor da FIN Brasil.

Jatyr, que expetativas foram cumpridas durante os dias de feira?

Mais de 40 países, essa é a meta da feira, é trazer para o Brasil, mais de 40 países e 40 países dispostos a fazer negócio e, acima de tudo, trocar culturas. Nós temos cultura muito forte em todos os países que estão aqui e isso, para nós, é o mais importante, às vezes, o negócio, ele não gera comunicação, mas a cultura, sim, então, a feira hoje ela é tanto cultura como negócio, isso para nós é muito importante.

Você tem uma pegada muito forte com países de várias regiões do planeta, por exemplo, África, América do norte e Portugal, através de Castelo Branco, Coimbra e outras iniciativas privadas. O que é que significa isso nas relações entre Brasil e Portugal?

Entre o Brasil e Portugal é importante, mas eu preciso salientar, nós tivemos uma comitiva muito grande do Nepal que viajou, aproximadamente 60 horas para estar aqui, são 15 pessoas e 15 empresários, e quando eles descobriram que a Câmara era Brasil e Portugal, eles queriam muito essa aproximação com Portugal também, e isso nos gerou uma sensação de felicidade, porque esse é o objetivo, aproximar Portugal e o Brasil de todos esses países que compõem a FIN Brasil hoje.

A ideia é fazer negócios simplesmente?

Não, a ideia é trocar culturas, fazer esse movimento de negócios, fazer networking, porque, às vezes, o negócio é um intercâmbio entre as universidades. Gera dinheiro, claro que não, gera cultura, então, o objetivo é fazer network e propiciar para as pessoas que estão na feira essa possibilidade de conversar com mais de 40 países sem precisar viajar.

A gente conversou muito com alguns participantes para entender como é que as pessoas viram a terceira edição da FIN Brasil. As pessoas dizem que a feira está mais focada. Você reverbera essa opinião, está contente com o resultado deste ano?

Nós estamos na terceira edição e o que mais me deixa feliz foi esse processo de crescimento e ele foi um processo de crescimento pensado. A primeira edição foi um spot, daí nós passamos para a segunda edição e ela veio um pouco institucional, porque os países precisavam conhecer que Santa Catarina existe, Santa Catarina é um lugar sério e é bom para fazer negócio. Na terceira edição, nós já abrimos mão um pouco do institucional e fomos direto para negocial, então, todos os países que estão aqui têm representantes para fazer negócios.

Que parceiros destaca este ano?

Portugal, Canadá, Nepal, nós temos 15 países da África, todos sedentos por muita informação, por muita qualidade de vida, levar, sair um pouco dessa máquina que hoje está muito focada na China e eles querem focar em outros países para poder fazer negócios um pouco mais vantajosos para eles.

Qual é o futuro da FIN Brasil?

O futuro da FIN Brasil é um cometa sempre viajando e sempre funcionando. Hoje nós temos a FIN Brasil como um produto, como uma ferramenta de muita qualidade, de muito network, aonde a gente pode fazer road shows pelo Brasil e pela América Latina. Hoje já tem mais 4, 5 FINs espalhados pelo mundo, então, o FIN Brasil tem tudo para se transformar numa marca da América Latina, mas a FIN é uma marca mundial e, quando as pessoas acreditam no projeto, como nós acreditamos, tem tudo para dar certo. ■

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