Rede brasileira de educação é destaque em Portugal com a criação de aplicativo de educação financeira

A escola Happy do país também apresenta equipe feminina portuguesa classificada para a final Technovation Girls 2022

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Na Happy, o novo franqueado pode trabalhar o seu Hub e a venda da metodologia para outras escolas.
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A Happy, maior Hub Educacional do Brasil e que prepara crianças e jovens para as profissões do futuro, já solidificou sua internacionalização e já possui 7 franquias na Europa. A rede compartilha um ensino diferenciado com a metodologia Let (Lean Education Technology), que contribui para o desenvolvimento de capacidades relacionadas ao empreendedorismo e à solução de problemas. Dados do IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação) não deixam dúvidas de que a área de TI (programação) segue bem aquecida em Portugal. De 2020 a julho de 2022, houve um aumento em mais de 70% de certificados emitidos para empresas tecnológicas habilitadas a solicitar o Tech Visa.

Além disso, Portugal atrai investimentos e grandes empresas para o seu território, principalmente na área da Tecnologia da Informação, com profissões em alta no país. O LinkedIn mostrou que haviam mais de mil vagas abertas em busca de profissionais de tecnologia. A rede direciona à otimização e potencialização do desenvolvimento de habilidades e competências em crianças e jovens, dos 5 aos 17 anos, que vão ao encontro das exigências do século XXI. Em Portugal, não é diferente: os alunos da Happy também participam de campeonatos interescolares, criando projetos inovadores com foco em solucionar problemáticas relacionadas à saúde, finanças e sustentabilidade.

“A Happy é mais do que um negócio, pois trabalha com propósitos. Na Happy Code Portugal, as competências tecnológicas e empreendedoras têm como objetivo formar pensadores e criadores do futuro. Além disso, vê-los desenvolverem algo que é de suma importância para a sociedade e que colocam em prática através da tecnologia é o exemplo perfeito de como este propósito é possível e tem impacto no desenvolvimento da sociedade”, ressalta Pedro Teixeira, CEO Happy Code Portugal.

Na rede, os alunos usam a criatividade e geram projetos exclusivos, com participação em competições acadêmicas com foco em tecnologia, gamificação e sustentabilidade. Entre os temas abordados pelos alunos de Portugal, foram: “Educação Financeira” e “Sustentabilidade”, dois assuntos relevantes que, respectivamente, apresentaram um crescimento de 27% e de 24% em 2022, comparado a 2021. O primeiro desperta a criança a entender sobre a relevância do uso adequado do dinheiro; e o segundo, sobre o uso eficiente de recursos que não sejam nocivos ao ecossistema. Com isso, os alunos são antenados com os assuntos factuais e compartilham seus conhecimentos para gerar soluções aos problemas do mundo.

“Os cursos oferecidos pela Happy estão ligados à tecnologia (Code), à educação financeira (Money) e à comunicação/oratória (Speech), permitindo o aprimoramento das soft skills, que envolvem o senso crítico, raciocínio lógico, criatividade, comunicação, e outras habilidades, a partir de ferramentas tecnológicas que colocam a criança em uma posição de protagonismo, respeitando o seu tempo e o seu jeito de aprender”, pontua Debora Noemi Inouye, Cônsul Happy

Apesar de Portugal ser considerado um país pequeno em extensão, com 10 milhões de habitantes, ele é um dos destinos mais procurados por sua qualidade de vida e de educação. Com bastante investimento estrangeiro, a capital Lisboa tem se tornado um importante polo tecnológico da Europa. Consoante a isso, as famílias portuguesas apostam no futuro dos filhos, matriculando-os em escolas que possibilitam o domínio de ferramentas tecnológicas.

E a partir disso, a Happy de Portugal se destaca com alunos que promovem projetos com foco em tecnologia e que se sobressaem entre as escolas concorrentes. Confira:

1 – Hackathon Happy Code 2021 – Projeto com foco em Educação Financeira 2021:

Os alunos Afonso Lourinho, Francisco Soares e Gonçalo Rafael, da equipe The Bosses – com o atual nome Looney – desenvolveram um aplicativo com foco em ‘Educação Financeira’. Etapas: Em 2021, colocaram a ideia no papel; já em 2022, colocaram a ideia em prática ao desenvolverem as primeiras etapas do aplicativo. Se candidataram para a Mostra Nacional de Jovens Empreendedores, que aconteceu em 2022, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, sendo a equipe vencedora dentre outras 50, levando o prêmio da Universidade do Porto. Em cada país participante e para cada divisão etária, houve um vencedor que foi até a final internacional.

2 – BuyLocal4SustainableFarming, by team Solvers – equipe feminina portuguesa classificada para a Final Technovation Girls 2022:

Technovation Girls é o maior evento de tecnologia e empreendedorismo do mundo para meninas, com faixa etária de 8 a 18 anos. O objetivo do projeto é contribuir para uma sociedade mais sustentável. Função: Uma plataforma para consumidores e produtores locais que buscam produtos mais sustentáveis. O Technovation Girls é um evento global e está organizado por “chapters”, ou seja, por regiões ou países, em que cada “chapter” representa um deles. E está dividido em 3 divisões: Beginner (8-12 anos), Júnior (12-15 anos) e Sênior (15-18 anos). Processo: Após as meias-finais, realizou-se em agosto de 2022 a final mundial do Technovation Girls, envolvendo 4 finalistas de cada uma das divisões, ou seja, as 12 melhores equipes a nível mundial. A equipe ‘Solvers’ da Technovation Girls Portugal, formada pelas alunas Mariana Rocha, Joana Magalhães e Rita Santos, chegou à final como a melhor equipe europeia dentre as 4 finalistas da divisão Júnior. Competindo com cerca de 2000 equipes a nível mundial, o Technovation Girls Portugal atingiu o Top 10 mundial de participações. Prêmio: $500 para cada participante.

“A prioridade da Happy é promover a igualdade e inclusão na educação, para combater os estereótipos através da partilha de experiências e do aumento de exemplos positivos que tenham como base a empatia, a iniciativa social e a integração. A área de programação/tecnologia está inserida em tantas outras áreas, desde saúde, arte, até a economia, sendo importante para quem pretende seguir na área que mais se expande no mundo”, finaliza Pedro. ■

 

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