“Portugal mantém-se como principal destino de brasileiros”, defende António Fiuza, presidente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro

Fiuza destacou que o papel da organização que preside é “estreitar os laços e facilitar os caminhos para as comunidades”

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António Fiuza
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Portugal continua a estar na moda. Brasileiros enxergam este país europeu como principal local para investimento e porta de entrada para a União Europeia. De acordo com o presidente da Câmara Portuguesa do Comércio e Indústria do Rio de Janeiro, Antônio Fiuza, o fluxo de brasileiros e lusodescendentes irá se manter em alta e o papel da Câmara é estreitar as relações para facilitar os caminhos.

“A Câmara Portuguesa é constituída por associados portugueses, brasileiros e lusodescendentes. É, de facto um momento importante para estreitar laços entre Brasil e Portugal. É um fluxo crescente e continuado de investimento de brasileiros e outros lusodescendentes em Portugal, que continua na moda. Portugal é um país muito atrativo para investimentos, não só o país em si, mas, também, como porta de entrada para a União Europeia e para outros países de língua portuguesa. Portanto, continuo a acreditar que este fluxo continuará a existir e será importante para a economia portuguesa”, afirmou Fiuza.

Este responsável também destacou que o trabalho de atuação da Câmara do Comércio que preside, em Portugal, também deve o seu sucesso aos trabalhos desenvolvidos anteriormente desde os seus fundadores. Segundo Fiuza, “a ligação entre Brasil e Portugal é de suma importância para a economia portuguesa e o sucesso dessa cooperação deve-se ao trabalho executado há 111 anos por líderes da diáspora que valorizam a integração entre os países e a memória dos hábitos culturais”.

“Acho que o segredo foi todas as direções terem honrado o compromisso e o legado dos seus fundadores. Agradeço sempre por aqueles que nos antecederam e conseguiram que, em 111 anos, a Câmara se firmasse, fizesse história, promovesse a relação entre Brasil e Portugal e fizesse com que as coisas acontecessem. Portanto, se estamos onde estamos, uma instituição sólida, sustentável, é porque esse passado e essa memória têm que ser honrada sempre no trabalho diário, porque é algo muito importante”, finalizou António Fiuza. ■

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