“Portugal e Brasil têm muito mais para construir caminhando juntos do que separados”, afirmou Carlos Lopes

Presidente da Câmara Portuguesa de Minas Gerais aposta em “reformulação interna” na entidade

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Carlos Lopes, presidente da Câmara Portuguesa de Minas Gerais
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Atualizar-se é o grande desafio da Câmara Portuguesa de Minas Gerais. O presidente dessa entidade, Carlos Lopes, ressalta que a Câmara, que tem sede no estado mineiro, no Brasil, existe e atua há 27 anos e que, apesar da sua longa trajetória, ou talvez por conta de já ter comemorado o vigésimo sétimo aniversário, “se adequar aos novos tempos é a principal necessidade”, e uma reformulação está a ser preparada.

“A Câmara Portuguesa começa em Minas Gerais e, sobretudo por ter 27 anos de idade, precisa se reformular e se adaptar a esse mundo moderno e novo em que nós vivemos. E esse é um desafio entre todas as câmaras e entidades que promovem territórios, como o de Portugal. Estamos, neste momento, a preparar uma reformulação interna, de acordo com as necessidades que os empresários portugueses nos solicitam, e, então, vamos para uma fase de reforma e transformação”, disse Carlos Lopes.

A Câmara Portuguesa de Minas Gerais também é responsável pela organização da Festa Portuguesa, evento de grande porte em Belo Horizonte, que pretende reunir cerca de 30 mil pessoas no próximo dia 10 de junho. Também ocorrerá um jantar, organizado junto da comunidade luso-brasileira de Belo Horizonte, no dia 8 de junho.

De acordo com o presidente dessa Câmara de Comércio, o intuito da festa é “promover o convívio entre pessoas que se identifiquem com os hábitos e cultura da comunidade portuguesa, além da culinária, que é bastante popular em Minas Gerais”.

Carlos Lopes também comentou sobre o futuro da Câmara Portuguesa de Minas Gerais. Para este responsável, apesar dos 27 anos de trabalho e da necessidade de atualização, o desafio sobre o planeamento dos caminhos a serem seguidos pela entidade também foi impactado pela pandemia de Covid-19. Hoje, continua Carlos Lopes, “a principal mudança é entender que existe uma demanda maior do Brasil para Portugal, e não mais o contrário”.

“Devemos lembrar que tomamos posse no ano 2021, ano em que enfrentávamos a pandemia. Tivemos que reformular estratégias e planificar o futuro. De alguma forma, isso foi bom. Em casa podemos olhar o mundo de forma diferente. Com base nesse olhar, tivemos que nos adaptar para esse novo mundo, que nós já conhecíamos, mas não tínhamos vontade de implementar. Eu vejo o futuro da nossa câmara e de outras entidades como muito promissor, se nós o soubermos ler. Precisamos perceber que Portugal e Brasil têm muito mais para construir caminhando juntos do que separados, declarou”, Carlos Lopes. ∎

 

 

 

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