Plataforma: entidade que representa a comunicação social das comunidades portuguesas reuniu informalmente na RTP Porto

Órgão sublinhou novas ações

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Raúl Reis, presidente da Plataforma
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No último dia 10 de agosto, o Gazeta Lusófona acompanhou, na cidade de Gaia, em Portugal, um encontro informal dos membros da Plataforma, entidade que visa reunir os órgãos de comunicação social da diáspora portuguesa, com foco na valorização das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.

Além dos membros da associação, o encontro foi aberto também a potenciais membros.

“Esta foi uma oportunidade para que alguns dos membros da estrutura que representa os órgãos de comunicação social das comunidades portuguesas se encontrassem presencialmente, alguns, pela primeira vez”, disse Raúl Reis, atual presidente da Plataforma.

O encontro aconteceu primeiro num almoço convívio em Gaia e a reunião informal teve lugar nas instalações da RTP Porto, “que acolheu os sócios presentes e proporcionou aos jornalistas uma visita guiada aos estúdios do Monte da Virgem”.

Luís Costa, subdiretor da RTP Internacional, foi o anfitrião dos órgãos de comunicação da diáspora presentes. Antes da reunião informal dos membros da Plataforma, este responsável respondeu às questões relativas à RTP Internacional e aos seus projetos, sublinhando que a TV pública portuguesa fez mudanças na sua programação na vertente internacional justamente para dar ênfase à importância das comunidades portuguesas no mundo.

Planos atuais

Grupo presente na reunião

Em seguida, Luís Costa deixou o grupo para que decorresse a reunião informal, na qual foi possível haver um intercâmbio entre os presentes, sobretudo sobre o plano de atividades da Plataforma para os próximos meses, com destaque para o projeto de mapeamento dos órgãos de comunicação da diáspora, a publicidade institucional e os apoios do Estado português à comunicação social da diáspora.

Segundo informações desta entidade, “o projeto de mapeamento dos órgãos de comunicação da diáspora é uma ação urgente no atual contexto já que nenhuma instituição detém uma lista atualizada e validada dos meios de comunicação da diáspora”.

“A Plataforma, enquanto representante desses órgãos e conhecedora no terreno da realidade dos meios de comunicação, está na melhor posição para efetuar este trabalho que será longo e complexo, mas cujos resultados serão úteis para entidades públicas ou privadas e, in fine, para os próprios órgãos de comunicação da diáspora. Além do mapeamento, a Plataforma tem vindo a reunir com várias entidades para debater assuntos do interesse dos seus membros”, referiu Raúl Reis, que lamentou, nos últimos dias, “a extinção de um dos seus mais recentes sócios, o jornal Lux24, do Luxemburgo, que cessou atividades em agosto”.

Neste momento, a Plataforma conta com 17 associados em quatro continentes. ■

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