Nova agenda em Portugal “insere” engenheiro brasileiro nas conversações sobre o combate à crise energética na Europa

Paulo Fernandes defende nova estratégia de distribuição de energia renovável para Portugal

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Paulo Fernandes, CEO da Liderroll
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Após reuniões em junho com entidades portuguesas, o empresário Paulo Fernandes, CEO de uma das empresas líderes no mercado de construção de gasodutos especiais no Brasil, vai voltar a Portugal para avançar com as conversações no campo da distribuição de energia via dutos.

Entre os dias 24 e 30 de junho, com o apoio da sociedade de advogados “Pinto Machado”, Paulo Fernandes esteve em Lisboa, onde conversou com os responsáveis pelo Porto de Sines, além de membros do ministério do Ambiente e Ação Climática de Portugal. Agora, a agenda entre julho e agosto, que está a ser “ultimada”, segundo apurámos, inclui perspetivas de conversas com representantes das empresas portuguesas REN – Redes Energéticas Nacionais, SGPS, S.A, Galp, detentora da Petrogal e da Gás de Portugal, além de nomes ligados ao projeto de um novo porto na capital portuguesa.

Segundo fontes ligadas ao empresário, a ideia desta nova movimentação é “dar continuidade às conversações iniciadas no final do ano passado em Portugal, que visam incentivar melhorias para a malha e a matriz energética de Portugal, inserindo o país ibérico no cenário da comunidade europeia como um dos principais HUBs de entrada de novas fontes de energia com gases renováveis”.

Em junho, Paulo Fernandes, CEO da Liderroll, disse à nossa reportagem que a visita a Portugal serve como forma de “auxiliar a Europa a ultrapassar a crise energética atual” através de ações que prometem “encontrar novas soluções, mais ágeis e seletivas, dentro dos novos marcos e rumos do desenvolvimento sustentável e verde”.

Em abril deste ano, este engenheiro brasileiro esteve em solo português onde reuniu com os responsáveis pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), com as Águas do Tejo Atlântico, com a Empresa Portuguesa de Águas Livres, além de abordar soluções na área da logística junto de operadores locais e de ampliar sinergias com a Oeiras Valley Investment Agency (OVIA). ■

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