Custos altos, falta de oferta e dificuldade com crédito de habitação: entenda as maiores dificuldades em adquirir um imóvel em Portugal

Famílias que não conseguem poupar são as que têm menos possibilidades de comprar uma casa

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Interior de Portugal atrai pela qualidade de vida, afirma António Carlos, especialista em Portugal
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As famílias e os jovens que decidem adquirir um imóvel em Portugal enfrentam, hoje, dificuldades em Portugal. Nos últimos oito anos, entre 2015 e 2022, Portugal foi o quarto país com o maior aumento de preços na moradia na União Europeia, com 94%, mais do dobro do aumento na área do Euro (45%), segundo o relatório de “Habitação e Políticas de Habitação para Portugal”, de responsabilidade da Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES).

A principal dificuldade das famílias e dos jovens é o custo para a compra de um imóvel, já que Portugal é o país que registou a maior diferença entre preços de imóveis e ordenados em 2022 e segue tendo diferenças altas em 2023, segundo a OCDE. Especialistas apontam que esta diferença tem a sua principal causa a inflação, que fere a poupança das famílias e aumenta o preço das casas.

Outros dois fatores importantes na dificuldade de adquirir imóveis são a falta de oferta e a dificuldade de acesso ao crédito de habitação que, com a obrigação de pagar uma entrada equivalente a 10% do valor do imóvel, cria uma barreira para os cidadãos que não têm liquidez ou poupanças suficientes para pagar a entrada e, para aqueles que têm acesso, o problema reside nos juros altos que continuam a aumentar.

Estas dificuldades resultam em jovens que deixam a casa dos pais cada vez mais tarde, em média 33,6 anos em Portugal, segundo a Eurostat. Para jovens famílias e famílias com rendimento médio e baixo, sair do aluguer parece cada vez mais distante, devido à dificuldade em poupar.

Para aqueles que conseguem poupar, mas ainda têm dificuldades financeiras, ter um serviço de assessoria imobiliária de qualidade é “fundamental”. Para António Carlos, especialista no ramo imobiliário na região Centro de Portugal, “escolher um serviço de assessoria imobiliária competente é essencial para garantir uma transação imobiliária bem-sucedida no país”.

Esta especialista refere que um bom serviço de assessoria imobiliária guia os seus clientes através de todas as etapas do processo de compra, o que inclui “avaliar as necessidades e orçamento do cliente, identificar as melhores opções de propriedades (…) e auxiliar na análise de documentos e na negociação de preços justos”.

António Carlos lidera uma equipa especializada em assessoria imobiliária no concelho da Covilhã, Interior de Portugal, uma das zonas do país que têm conquistado atenção por parte do público nacional e estrangeiro, tanto para investir como para morar. Este profissional é firme ao opinar que a região Centro é um lugar de destaque, devido ao seu ótimo custo-benefício e qualidade de vida.

“Com o seu excelente custo-benefício, potencial comercial, qualidade de vida e segurança, o Interior de Portugal destaca-se como uma opção cada vez mais atrativa para compradores e investidores que procuram oportunidades promissoras no mercado imobiliário”, finalizou António Carlos. ■

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