Confraria de Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’ celebra 20 anos de existência em Viseu

Entidade passou pelo Brasil

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José Ernesto, Almoxarife da Confraria
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A Confraria de Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’, com sede na
cidade de Viseu, completou, nos últimos dias, duas décadas de existência.
Segundo os seus responsáveis, “são 20 anos marcados por muito trabalho,
dedicação e resiliência de muitos”. As atividades foram retomadas
somente agora, com o “abrandamento” da pandemia de Covid-19.
Esta entidade foi fundada a 19 de abril de 2002, sendo feita a escritura da
sua constituição a 22 de abril do mesmo ano, na Casa da Ribeira, em
Viseu. Foram 135 o número de sócios fundadores, conforme consta no
livro Estatutos e Regulamentos.

A primeira entronização aconteceu a 15 de outubro de 2003, na Sé de
Viseu, com 76 confrades com o título de Cavaleiros e 14 personalidades e
instituições de relevo com o título de Comendador.

Seguiram entronizações a 30 de outubro 2004, com 10 comendadores e
31 cavaleiros; a 12 de novembro de 2005, 6 comendadores e 24
cavaleiros; a 30 de setembro de 2006, 9 comendadores e 24 cavaleiros; a
18 de outubro de 2008, 10 comendadores e 27cavaleiros.
A 7 de Março de 2010, aconteceu a primeira entronização fora de
Portugal, na Casa do Distrito de Viseu no Rio de Janeiro. Foram
entronizados 7 comendadores e 26 Cavaleiros, naquele que foi o primeiro
ato de internacionalização desta Confraria.
O VII capítulo ocorreu a 27 de outubro de 2010, em Viseu, 12
comendadores e 27cavaleiros.

A 24 de Março de 2013, os membros da Confraria retornaram ao Brasil e à
Casa do Distrito de Viseu, no Rio, com 3 comendadores e 21 cavaleiros. O
IX capítulo voltou a ocorrer na Casa do Distrito de Viseu, no Rio, a 12 de
julho 2015, com 2 comendadores e 27cavaleiros.
“A nossa Confraria continuou a expandir-se, agora na Europa. A 26 de
Junho 2013, realizou-se o I capítulo da Confraria Saberes e Sabores de
Portugal, em Zurique, na Suíça, com 5 comendadores e 33 cavaleiros”,
comentou José Ernesto, almoxarife desta Confraria.
O último capítulo realizado em Portugal aconteceu em Viseu a 29 de
outubro de 2016, com a entronização de 10 comendadores e 20
cavaleiros.

A 9 de Março de 2017, realizou-se o I capítulo da Confraria dos Sabores
Luso-Amazónicos Grão Vasco, em Manaus, no Brasil, com a entronização
de 18 Cavaleiros.

A 24 de Setembro de 2017 deu-se início nos trabalhos da Confraria na
América do Norte, com a criação da Confraria Saberes e Sabores da Beira
Grão Vasco da Casa das Beiras de Toronto. No seu primeiro capítulo,
foram entronizados 7 comendadores e 29 cavaleiros.
No mesmo ano, foi criada a Confraria Saberes e Sabores de Portugal na
Suíça-Francófona, em Montreux, com a entronização de 7 comendadores
e 15 cavaleiros.

A 15 de Julho 2018, realizou-se o XI capítulo na Casa do Distrito de Viseu
no Rio de Janeiro, com mais 20 cavaleiros.
A 20 de Julho de 2018 realizou-se o II capítulo da Confraria dos Sabores
Luso-Amazónicos Grão Vasco, em Manaus, no Brasil, com a entronização
de 40 Cavaleiros.

A 10 de Dezembro de 2018, a Confraria Saberes e Sabores de Portugal, em
Zurique, realizava o II capítulo como a entronização de 13 cavaleiros.
“Esta é a história da nossa Confraria. Uma história longa de 20 anos. Hoje,
somos muitos, o que prova que não há muros que nos impeçam de ir mais
longe. E queremos ir mais além. Ao longo destes 20 anos, aos quais
poderíamos deduzir os últimos dois, pelas razões que todos conhecem,
promovemos vários capítulos internos anuais, que contaram com a
participação de várias personalidades de relevo nacionais e internacionais;
realizámos diversos Festivais do Caldo, uma iniciativa pioneira de
promoção e divulgação de um dos mais completos pratos da nossa tão
variada gastronomia. Organizámos quatro cursos para dirigentes
associativos da nossa Diáspora e estamos hoje representados em mais de
20 países, tendo assinado protocolos de cooperação e representação com
diversas Associações espalhadas por diversos países, da Europa, à África e
às Américas”, disse José Ernesto, que reforçou que esta entidade “divulga
os produtos endógenos da nossa região, cá e além-fronteiras, juntámos
pontas, promovendo encontros entre empresários portugueses e
estrangeiros, e editamos mais de duas centenas de livros. Diria que, com a
ajuda de muitos, temos obra feita nestes 20 anos”.

“Agora, há que olhar para o futuro, com arrojo e esperança. Arrojo,
porque os desafios a que o associativismo atravessa são muitos e há que
dar continuidade ao trabalho realizado, mas também de esperança numa
nova geração, com ideias e propostas novas, que será o futuro e que

levará a nossa Confraria a outro patamar. Acredito no futuro da nossa
confraria. O conhecimento adquirido faz me acreditar que assim seja”,
finalizou José Ernesto. ■

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