CEO da PRTE, empresa de tecnologia e soluções digitais, defende investimento na capacitação do usuário em prol da segurança na Internet

“Existe uma vasta coleção de ferramentas de proteção disponíveis no mercado"

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Pedro Renan, CEO da PRTE – Tecnologias e Soluções, empresa com atuação no Brasil e em Portugal
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O último dia 7 de fevereiro ficou marcado pela celebração do dia Internacional da Internet Segura, tema que tem suscitado muitas dúvidas dos usuários da rede. Para esclarecer alguns dos principais pontos, a nossa reportagem conversou com Pedro Renan, CEO da PRTE – Tecnologias e Soluções, empresa com atuação no Brasil e em Portugal, que sublinhou a necessidade de investimento na capacitação do usuário, para que “aprenda a se proteger”. Este responsável identificou o utilizador, pessoas comuns, como o “elo” mais fraco nessa corrente de proteção de dados e segurança da informação na Internet.

“Quando se fala em segurança da informação, o elo mais fraco é sempre o utilizador. De nada adianta ter uma fechadura especial se o utilizador abre a porta para quem não deveria entrar. É preciso capacitar as pessoas sobre as suas verdadeiras responsabilidades como utilizadores dos sistemas, riscos e como mitigá-los, além de estabelecer procedimentos claros de segurança que possam ser seguidos. Devemos nos tornar mais conscientes para tornar qualquer ambiente mais seguro se aceitarmos os fatores e condições que os compõem. Podemos fazer uma analogia com a nossa casa, não ofertamos cópias da chave a uma pessoa que não deveria ter acesso. A mesma situação ocorre com senhas e códigos de acesso na internet”, disse este empresário.

“Quando se fala em segurança da informação, o elo mais fraco é sempre o utilizador”

Com o aumento de crimes e fraudes digitais de 36% de 2021 em relação a 2020, o CEO da PRTE – Tecnologias e Soluções citou uma série de medidas a serem tomadas que podem proteger as empresas e usuários, e disse também que existe a necessidade de procurar uma empresa, como a PRTE, por exemplo, que apoiam no diagnóstico da segurança, com testes de penetração, e na adequação ao Regulamento Geral sobre Proteção de Dados.

“Existe uma vasta coleção de ferramentas de proteção disponíveis no mercado. Quando falamos de pessoas, o mínimo é que possuam um bom antivírus nos seus computadores e que ele esteja sempre atualizado. Além disso, é muito importante que as pessoas habilitem a autenticação de dois fatores em todas as suas contas, assim ficará mais difícil para o atacante se passar pelo utilizador. No que tange às empresas, é importante haver camadas de segurança dos mais variados tipos, o que dependerá do tamanho, número de colaboradores e área de atuação. É preciso um diagnóstico preliminar para desenhar uma solução”, finalizou Pedro Renan. ■

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