Casa de Portugal de São Paulo recebeu “gente de cá e de lá” para debater relações entre Brasil e Portugal

Iniciativa organizada em conjunto pela Associação Portugal Brasil 200 anos e a Casa de Portugal de São Paulo

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Encontro integrou o “universo da língua portuguesa” em dois debates e poesia
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A “Casa de Portugal” de São Paulo, Brasil, recebeu pensadores, escritores e poetas no evento “Gente de cá e de lá”. Foram organizadas duas mesas de conversa sobre cultura e cidadania que Brasil e Portugal têm construído, além de música e poesia entre os encontros. O evento aconteceu no dia 11 de setembro e teve a presença de nomes como o cantor Zeca Baleiro, a autora e poeta Luiza Romão, o crítico literário Tom Farias, e o presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos, José Manuel Diogo.

Depois da abertura, por parte dos representantes da organização do evento, a primeira mesa foi formada pelo premiado escritor Tom Farias e pela professora da Universidade de São Paulo (USP) Ana Paula Megiani, que debateram o passado e o futuro entre Brasil e Portugal, abordaram a academia ‘cá e lá’ e discutiram “como ela precisa ser transformada”. Entre os painéis, Tawane Theodoro fez leituras de poesia para o público.

O segundo painel contou com o músico Zeca Baleiro e com a também premiada Luíza Romão, que discutiram sobre os caminhos e conhecimento da produção artística em cada país, e trocaram “canções, mimos e muito futuro”, segundo o presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos, José Manuel Diogo, que referiu que o evento foi “extraordinário”. Depois de mais uma intervenção poética, o encontro encerrou-se com o lançamento dos livros de Tom, Luiza e Tawane.

Esta iniciativa, que surgiu da cooperação entre a Associação Portugal Brasil 200 anos e a Casa de Portugal de São Paulo, ficou marcada por “várias iniciativas em torno dos temas cultura e cidadania na língua portuguesa” com o intuito de integrar as várias culturas e países de língua portuguesa, que se tornou “numa noite muito bonita, de um debate muito profundo e intimista”, segundo Renato Afonso, presidente em exercício da Casa de Portugal de São Paulo. ■

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